A prima - que também é madrinha de casamento - avisou que estaria em São Paulo no final de semana. Aliás, na sexta, outra prima baiana estava aqui também e passeamos numa boa sob a garoa da cidade. Fomos ao Trianon, cruzamos a Paulista e tomamos um café, claro. Quando esta entrou no avião para voltar a Salvador, aquela aportou por aqui e combinamos um almoço em casa. Coisa de Paulista. Coisa de Baiano.
às 10h da manhã começou a aventura de encontrar o cardápio que combinasse com a cidade, com a garoa que ia e vinha, com a nossa bonita relação de amigas (para além de primas), construída - acreditem - num Carnaval... Depois de mexer um pouquinho nos livros, pedir sugestões aos filhos e sair para o mercado com um pé diferente de sapato em cada pé (é sério.), optei por: sopa de cenoura com gengibre (especialidade da casa), salada verde, pernil e alcatra de suíno assados, batata gratinada com parmesão e arroz branco. Narciso acha feio (e sem graça) o que não é espelho. Para homenagear a trupe, tinha que ser confort food, ou, comida macia, acolhedora para a alma e para o coração.
Está tudo cheirando muito muito bem. O filho, faminto, já beliscou de tudo. A filha, mais comedida, colocou Maria Gadu e Caetano Veloso na vitrolinha. Tudo bem que botou Sampa para tocar três vezes. E agora é esperar a trupe baiana chegar para ser alimentada pelo leite bom que jorra aqui nessa casa!
Eu ando por aí e vejo uma São Paulo, ou outra cidade, e muito me dá o que falar. Eu fico por aqui bolando alquimia entre ingredientes e muito me dá o que cozinhar.
sábado, 10 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A RESPOSTA CERTA
Esta semana estamos indo à escola de ônibus. Desde segunda. Mas foi só hoje que o filho perguntou por que "nunca mais" (sic) tínhamos ido de táxi, nosso transporte mais corriqueiro. Respondi de pronto que, de ônibus, economizávamos e aí sobraria mais para o Natal. (Nessa brincadeira, gastamos R$12,00, em vez dos R$60,00 que gastaríamos fazendo o percurso de táxi). A resposta é verdadeira, mas não é toda a verdade.
A filha ficou na sua unidade e lá fui eu, com as pastas de trabalho de um ano inteiro dela numa mão e a mão gordinha do filho na outra, descendo a rua que nos levaria à unidade do filho. A gente ali na calçada, apostando corrida, desviando das garagens, dos cocôs de cachorro, dando bom dia aos porteiros que varrem o chão. Quando olhei para a rua, vi vários carros, com colegas dos meus filhos dentro. Eles também faziam o percurso de uma unidade à outra (um quarteirão e meio certinho), só que de carro. Tão perto e a gente se habitua a entrar no carro, colocar os cintos, ajeitar as mochilas, liga, vence o trânsito, vence a falta de vaga, desliga, larga o filho na escola. Tão perto. Mas perdemos a capacidade de atravessar um percurso tão pequenino, protegidos no carro, a pé. E a gente nem para para pensar. Faz. Repete. Se deixa levar.
E a resposta certa para o meu filho estão seria outra: a gente vai de ônibus, meu filho, porque a cidade é nossa, porque temos pernas fortes, porque gostamos de ver as melancias na banca de frutas da esquina, porque é gostoso sentir o cheiro do pão e do café que vem da padaria, porque apostar corrida de manhã é um presente, porque desviar dos cocôs nos deixa mais espertos, porque a gente não tem medo de ocupar os espaços públicos que, afinal, nos pertencem.
A gente vai de ônibus porque quero ensiná-los a cuidar do próprio tempo e não ser atropelado por ele, porque quero ensiná-los a dar bom dia ao motorista e a agradecer quando ele nos deixa descer pela frente se o ônibus está mais cheio. A gente vai de ônibus para lembrar que o mundo é feito de gente diferente: brancos, pretos, orientais, velhos, jovens, crianças, todos na labuta, todos esperando alguma coisa, todos vencendo as distâncias que os separam de seus objetivos.
A gente vai de ônibus porque o sistema de transporte tem de ser nosso aliado e não nosso inimigo. Porque quanto mais gente quiser partilhar, compartilhar, ir junto, dar lugar, deixar passar, segurar a sacola do vizinho, ajudar a descer, ajudar a sair, cumprimentar, responder ao cumprimento, mais essa cidade vai se humanizar. E quanto mais humana ela for, mais nos sentiremos tranquilos por dentro, mais vamos deixar de cair na falácia da "Segurança", mais ela será nossa cidade. Ah! E ainda vai sobrar uns trocos para os presentes de Natal.
A filha ficou na sua unidade e lá fui eu, com as pastas de trabalho de um ano inteiro dela numa mão e a mão gordinha do filho na outra, descendo a rua que nos levaria à unidade do filho. A gente ali na calçada, apostando corrida, desviando das garagens, dos cocôs de cachorro, dando bom dia aos porteiros que varrem o chão. Quando olhei para a rua, vi vários carros, com colegas dos meus filhos dentro. Eles também faziam o percurso de uma unidade à outra (um quarteirão e meio certinho), só que de carro. Tão perto e a gente se habitua a entrar no carro, colocar os cintos, ajeitar as mochilas, liga, vence o trânsito, vence a falta de vaga, desliga, larga o filho na escola. Tão perto. Mas perdemos a capacidade de atravessar um percurso tão pequenino, protegidos no carro, a pé. E a gente nem para para pensar. Faz. Repete. Se deixa levar.
E a resposta certa para o meu filho estão seria outra: a gente vai de ônibus, meu filho, porque a cidade é nossa, porque temos pernas fortes, porque gostamos de ver as melancias na banca de frutas da esquina, porque é gostoso sentir o cheiro do pão e do café que vem da padaria, porque apostar corrida de manhã é um presente, porque desviar dos cocôs nos deixa mais espertos, porque a gente não tem medo de ocupar os espaços públicos que, afinal, nos pertencem.
A gente vai de ônibus porque quero ensiná-los a cuidar do próprio tempo e não ser atropelado por ele, porque quero ensiná-los a dar bom dia ao motorista e a agradecer quando ele nos deixa descer pela frente se o ônibus está mais cheio. A gente vai de ônibus para lembrar que o mundo é feito de gente diferente: brancos, pretos, orientais, velhos, jovens, crianças, todos na labuta, todos esperando alguma coisa, todos vencendo as distâncias que os separam de seus objetivos.
A gente vai de ônibus porque o sistema de transporte tem de ser nosso aliado e não nosso inimigo. Porque quanto mais gente quiser partilhar, compartilhar, ir junto, dar lugar, deixar passar, segurar a sacola do vizinho, ajudar a descer, ajudar a sair, cumprimentar, responder ao cumprimento, mais essa cidade vai se humanizar. E quanto mais humana ela for, mais nos sentiremos tranquilos por dentro, mais vamos deixar de cair na falácia da "Segurança", mais ela será nossa cidade. Ah! E ainda vai sobrar uns trocos para os presentes de Natal.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
MADRE TEREZA DORMIA
Confesso que me senti meio paparazzi, anti-ética, aproveitadora, mas não resisti. Entrei no ônibus junto com três alunas e fui sentar lá no fundão. Achei que era um banco vazio, mas no banco da janela estava ela, sentadinha, dormindo: Madre Tereza de Calcutá. Brincadeira, claro. Mas era mesmo uma religiosa da Ordem de Madre Tereza, com o paramento branco e azul tão característico. Juro que nunca tinha visto uma. Ainda mais no ônibus. E tão ao alcance da minha mão.
Nessas horas sinto uma necessidade imensa de avisar ao mundo que há uma semente de documentário, de história extraordinária da realidade, que precisa ser conhecida... Também sinto muita vontade de falar com meu irmão cineasta. Ele também foi infectado pelo virus do "olhar de fotógrafo"... Numa troca de mensagens engraçada, ele sugeriu que eu fotografasse, eu perguntei se não seria antiético, mas que estava morta de vontade de fazê-lo. Ele respondeu assim: "Vc gostaria que fosse com você? Mas tira". Quando a mensagem chegou, eu já tinha fotografado, claro. E já tinha mandado para um amigo jornalista, que me deu a maior bronca! "Pirou? Tirar foto de estranhos?". Mas já tinha sido.
A irmã dormia o sono dos justos, dos quase-anjos, bem ao meu lado. E o traje azul estava perfumado, cheiroso como roupa que seca ao sol, sabe? E aí aconteceu a redenção... De tão profundo dormir, ela acabou se apoiando em mim. Não me importei. Mas num sacolejo do ônibus, ela acordou de sopetão, tomou um susto e percebeu que estava dormindo em cima de mim. Pediu desculpas. E eu mandei: Fique à vontade, não está incomodando. (Acho que estávamos quites a essa altura, certo?).
Logo depois desci do coletivo e, chegando aqui... mostrei a Madre Tereza para vocês. Toamara que ela não me excomungue... A gente não pode deixar uma manifestação de nossa senhora da inspiração passar em branco, não é mesmo?
Nessas horas sinto uma necessidade imensa de avisar ao mundo que há uma semente de documentário, de história extraordinária da realidade, que precisa ser conhecida... Também sinto muita vontade de falar com meu irmão cineasta. Ele também foi infectado pelo virus do "olhar de fotógrafo"... Numa troca de mensagens engraçada, ele sugeriu que eu fotografasse, eu perguntei se não seria antiético, mas que estava morta de vontade de fazê-lo. Ele respondeu assim: "Vc gostaria que fosse com você? Mas tira". Quando a mensagem chegou, eu já tinha fotografado, claro. E já tinha mandado para um amigo jornalista, que me deu a maior bronca! "Pirou? Tirar foto de estranhos?". Mas já tinha sido.
São Amir Labaki não me perdoaria se esse momento
ficção na realidade não fosse registrado.
A irmã dormia o sono dos justos, dos quase-anjos, bem ao meu lado. E o traje azul estava perfumado, cheiroso como roupa que seca ao sol, sabe? E aí aconteceu a redenção... De tão profundo dormir, ela acabou se apoiando em mim. Não me importei. Mas num sacolejo do ônibus, ela acordou de sopetão, tomou um susto e percebeu que estava dormindo em cima de mim. Pediu desculpas. E eu mandei: Fique à vontade, não está incomodando. (Acho que estávamos quites a essa altura, certo?).
Logo depois desci do coletivo e, chegando aqui... mostrei a Madre Tereza para vocês. Toamara que ela não me excomungue... A gente não pode deixar uma manifestação de nossa senhora da inspiração passar em branco, não é mesmo?
domingo, 20 de novembro de 2011
RISOTO PAULINHO DA VIOLA
Acordei ainda ouvindo o samba elegante de Paulinho da Viola. Fomos ao show do príncipe e voltei alimentada pela sofisticação da música, dos músicos, da voz de Paulinho e do violão muito bem dedilhado por ele. E, por alguma razão que não explicar nem entender muito bem, arroz com brócoli, na minha cabeça, combinam muito bem. Daí que para fazer a associação entre a toada do dia e o que queria comer foi um átimo: risoto de brocoli com parmesão de verdade.
Providenciei os ingredientes e fui cuidando ponto por ponto. O segredo do risoto, além de ser feito com bons ingredientes, é ser preparado devagar. Mas sem frescura, porque é feito para grudar mesmo, era comida de camponês, das gentes diferenciadas da Itália, que misturavam, o que tinha em casa ao arroz, colocava um queijinho por cima e fim. A gente gosta de risoto - dizem os entendidos - porque ele remete à comidinha feita e dada pela mamma, quando a gente está começando a comer. Arroz bem cozido, misturado com umas coisas bem picadas e dadas com o maior carinho, com o intuito muito claro de fazer a gente crescer, progredir, ficar de barriguinha cheia e, com sorte, dormir, para a mamma ter o merecido descanso. Então é isso, prato fácil, farto e que alimenta corpo, alma e coração!
Meu risoto Paulinho da Viola foi feito assim:
INGREDIENTES
1 cebola
1 maço de brocoli (com algumas folhas)
1 caneca de arroz cru (eu usei arroz normal, mas pode ser o de risoto, ou o arbóreo, ou 7 grãos, ou integral)
4 canecas de água fervente com 1 caldo de legumes dissolvido (opcional)
3 col.sopa de creme de leite (pode ser requeijão também)
1 caneca de queijo parmesão (do bom) ralado
manteiga
sal
MODO DE PREPARO
Coloque as flores de brocoli com talos não muito grandes para cozinhar no vapor (para não ficar aquele fedor de pum na cozinha, esprema meio limão na água que vai fazer o cozimento). Enquanto isso, corte a cebola em rodelas fininhas, coloque para fritar na manteiga. Pique algumas folhas de brocoli e junte à cebola quando esta estiver transparente e molinha. Vá misturando (cuidado que é nessa hora que queima!!!). Acrescente a caneca de arroz e vá deixando fritar. Aí vá acrescentando a água fervente aos poucos e, cada vez que estiver quase secando, coloque mais água.
Quando o arroz estiver quase quase quase bom, acrescente 2/3 dos brocoli cozidos (reserve alguns para enfeitar), o creme de leite e metade do queijo ralado. Misture e tampe para terminar o cozimento só no bafo.
Dez minutos depois misture o restante do brocoli, coloque na travessa e jogue o resto do parmesão ralado por cima e sirva...
Aqui o acompanhante foi filé mignon suíço frito na manteiga e temperado com sal, pimenta do reino e sálvia desidratada + salada de mix de alfaces, abobrinha crua ralada e cenoura ralada. Recomendo!
TORTA DE GELEIA INTEGRAL E DIET
Nem adianta torcer o nariz. Você cresceu, é adulto como eu, então tem mais é que cuidar da saúde. Tem gente que tem glicose elevada, tendência a engordar, intolerância (ou alergia) a lactose, diabetes e coisa e tal. Mas se é gente de verdade, também deve ter vontade de comer um docinho enquanto beberica um café, certo? Pois então tratei de unir a saúde ao bom paladar e fiz essa torta:
#Ela tem massa integral (fibras que limpam o intestino e lavam a alma e carboidratos complexos que fazem bem e dão mais saciedade)
#Ela não tem açúcar (bom para quem quer emagrecer
#Não tem ovo (bom para quem tem colesterol aumentado)
#Tem margarina Becel (que não leva leite e não sobe o colesterol)
E, creiam, é beeeemmmm gostosa. Minha mãe e minha irmã aprovaram.
Super fácil de fazer:
MASSA:
2/3 de farinha de trigo integral
2/3 de xícara de aveia (aqui tinha a farinha, mas vale qualquer versão)
1 col.sopa de margarina Becel com sal
1 col.sopa de adoçante Linea (sucralose) culinário
8 col.sopa de água.
Mistura tudo até virar uma massa homogênea, que solta da mão. Abre numa assadeira pequenina (no máximo 20cm de diâmetro) e leva ao forno médio-alto. Aqui em casa levou uns 25min até as bordinhas começarem a dourar.
RECHEIO
1/2 vidro de geleia de morango diet da Taeq (que também usa sucralose)
Quando a massa estiver pronta, coloque a geleia sobre ela e volte para o forno DESLIGADO. Dessa forma, a geleia cola na massa e fica mais durinha. Aqui levou mais uns 20min.
Imagino que fique bom com qualquer outra geleia, ou com compotas de fruta, frutas em calda, etc... E estou com vontade de experimentar com geleia de damasco. Atualmente, uma de minhas preferidas!
Quando eu tirei a torta do forno definitivamente, maridón surgiu com um café. Aí a torta e o pretinho se entenderam tão bem que casaram e viveram felizes para sempre:
Prontinha, brilhante, linda e cheirosa
#Ela tem massa integral (fibras que limpam o intestino e lavam a alma e carboidratos complexos que fazem bem e dão mais saciedade)
#Ela não tem açúcar (bom para quem quer emagrecer
#Não tem ovo (bom para quem tem colesterol aumentado)
#Tem margarina Becel (que não leva leite e não sobe o colesterol)
E, creiam, é beeeemmmm gostosa. Minha mãe e minha irmã aprovaram.
Super fácil de fazer:
MASSA:
2/3 de farinha de trigo integral
2/3 de xícara de aveia (aqui tinha a farinha, mas vale qualquer versão)
1 col.sopa de margarina Becel com sal
1 col.sopa de adoçante Linea (sucralose) culinário
8 col.sopa de água.
Mistura tudo até virar uma massa homogênea, que solta da mão. Abre numa assadeira pequenina (no máximo 20cm de diâmetro) e leva ao forno médio-alto. Aqui em casa levou uns 25min até as bordinhas começarem a dourar.
RECHEIO
1/2 vidro de geleia de morango diet da Taeq (que também usa sucralose)
Quando a massa estiver pronta, coloque a geleia sobre ela e volte para o forno DESLIGADO. Dessa forma, a geleia cola na massa e fica mais durinha. Aqui levou mais uns 20min.
Imagino que fique bom com qualquer outra geleia, ou com compotas de fruta, frutas em calda, etc... E estou com vontade de experimentar com geleia de damasco. Atualmente, uma de minhas preferidas!
Quando eu tirei a torta do forno definitivamente, maridón surgiu com um café. Aí a torta e o pretinho se entenderam tão bem que casaram e viveram felizes para sempre:
Casamento perfeito!
terça-feira, 15 de novembro de 2011
FILÉ ALTO DE BADEJO COM PESTO GROSSEIRO DE MANJERICÃO
Fui à feira neste domingo e, atendendo aos pedidos do filho, comprei peixe. Um filezão alto e inteiro de badejo. Dava uns 700g. E costumo preparar aqui em casa de um modo muito simples e bem saboroso:
INGREDIENTES:
1 Filé de badejo
2 limões
2 pitadas gordas de sal
1 xícara de salsinha + cebolinha + manjericão
azeite extra-virgem, o quanto baste
MODO DE PREPARO
Coloque o peixe na assadeira, tempere com os limões e o sal. jogue as ervas por cima e regue, sem dó, com o azeite. Tem quem goste de colocar pimenta branca, gengibre em pó ou mostarda, mas aqui em casa, as crias não curtem coisas muito picantes. Fica assim:
Ainda cru, mas já apetitoso...
Aí cobre com papel alumínio e coloca em forno médio-alto. Quando começar a cheirar (uns 20min depois), tira o alumínio e deixa mais uns 20min. Aqui ainda não está no ponto certo, falta torrar um pouco mais em cima. Mas fica mais ou menos assim, ó:
Quase pronto.
Destaco esse molhinho de azeite e limão, que fica com um sabor intrigante, provocativo. Estava bem bom.
A PALHA DA LAURA
Essa receita me chegou via Laura Mafei, minha aluna na Cásper e também admiradora de coisas boas da vida, como o bem-comer. Ela escreveu assim: "Palha Italiana caseira... não tem igual!". Fiquei com tanta vontade que pedi para ela mandar a receita e postar uma foto. Olha aí, facinho facinho e, certamente, delicious:
Antes que ela conseguisse pegar a câmera
para fotografar, garfaram a Palha.
Prova de que estava delícia
"é só triturar um pacote de biscoito de maizena no liquidificador e, enquanto isso, fazer um brigadeiro também. quando o brigadeiro estiver soltando do fundo da panela, bem mole, você mistura com o biscoito triturado e aí cobre com açúcar. Não esqueça de colocar açúcar também para untar o recipiente. Se quiser, pode usar diferentes tipos de bolacha e também fazer camadinha de bolacha triturada! Quando esfriar, é só cortar os quadradinhos".
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