Muito fácil, muito bom, muito saudável!
Ingredientes
3 bananas-prata maduras
3 ovos
2/3 xícara (chá) de óleo
1 xícara (chá) de açúcar mascavo
2/3 xícara (chá) de farinha de trigo
2/3 xícara (chá) de farinha de trigo integral
2/3 xícara (chá) de aveia em flocos
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher (sobremesa) de canela em pó
1/2 colher (chá) de extrato de baunilha (opcional)
manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar
Modo de Preparo
1. Preaqueça o forno a 200 °C (temperatura média-alta).
2. Unte uma fôrma de bolo inglês média (cerca de 22 cm x 10 cm) com manteiga e polvilhe com farinha de trigo.
3. Descasque as bananas, coloque num prato e, com um garfo, amasse bem.
4. Numa tigela, coloque os ovos e o óleo e bata ligeiramente com um garfo. Junte todos os outros ingredientes e misture muito bem.
5. Transfira para a fôrma e leve para assar por 45 minutos ou até ficar bem dourado. Para conferir se o bolo está pronto, espete um palito: se sair limpo, está no ponto.
6. Deixe amornar e desenforme sobre um prato. Sirva a seguir.
Eu ando por aí e vejo uma São Paulo, ou outra cidade, e muito me dá o que falar. Eu fico por aqui bolando alquimia entre ingredientes e muito me dá o que cozinhar.
Mostrando postagens com marcador bolo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bolo. Mostrar todas as postagens
domingo, 3 de março de 2013
domingo, 12 de agosto de 2012
BOLO DE FLOCÃO DE MILHO E CALDA DE FRUTAS VERMELHAS
Naquelas minhas incursões por uma alimentação mais natural, comprei um pacote de flocão de milho. É uma espécie de milharina, mas muuuuito mais fofo e flexível, que se dispõe a virar cuscuz ou bolo com a mesma alegria. Hoje o flocão me pediu para virar bolo. Reli "Comidinhas vegetarianas", revirei algumas receitas na web, lembrei do bolo com recheio de goiabada que minha aluna Beatriz Rizzi fez noutro dia e fui para a minha versão:
INGREDIENTES:
BOLO:
2 xícaras de flocão de milho
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1 xícara de leite de coco (pode ser leite também, mas estou fugindo um pouco de lactose)
2 colheres de sopa de manteiga derretida (pode ser 1/2 xícara de óleo para quem quer escapar da lactose)
4 ovos
1 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal
CALDA:
Geleias de frutas vermelhas e goiabada. (As geleias eram orgânicas e sem açúcar e a goiabada cremosa, orgânica e sem açúcar também.). Aproximadamente 1 xícara de chá.
Água
MODO DE PREPARO:
Coloque os ingredientes líquidos no liquidificador e bata. Depois vá colocando cada um dos ingredientes secos e vá processando. Unte uma forma com buraco no meio com manteiga e farinha de trigo, despeje a massa do bolo e reserve.
Coloque as geleias e a goiabada com um pouco (não sei quanto, vocês vão sentir) de água e deixe ferver. Quando estiver bem homogêneo desligue.
Despeje essa calda na massa ainda crua e não mexa. Leve ao forno pré-aquecido e deixe assar. Creio que demora uma hora.... aqui está no forno, vamos aguardar. Fiquem com a preparação por enquanto:
INGREDIENTES:
BOLO:
2 xícaras de flocão de milho
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de açúcar
1 xícara de leite de coco (pode ser leite também, mas estou fugindo um pouco de lactose)
2 colheres de sopa de manteiga derretida (pode ser 1/2 xícara de óleo para quem quer escapar da lactose)
4 ovos
1 colher de sopa de fermento em pó
1 pitada de sal
CALDA:
Geleias de frutas vermelhas e goiabada. (As geleias eram orgânicas e sem açúcar e a goiabada cremosa, orgânica e sem açúcar também.). Aproximadamente 1 xícara de chá.
Água
MODO DE PREPARO:
Coloque os ingredientes líquidos no liquidificador e bata. Depois vá colocando cada um dos ingredientes secos e vá processando. Unte uma forma com buraco no meio com manteiga e farinha de trigo, despeje a massa do bolo e reserve.
Coloque as geleias e a goiabada com um pouco (não sei quanto, vocês vão sentir) de água e deixe ferver. Quando estiver bem homogêneo desligue.
Despeje essa calda na massa ainda crua e não mexa. Leve ao forno pré-aquecido e deixe assar. Creio que demora uma hora.... aqui está no forno, vamos aguardar. Fiquem com a preparação por enquanto:
ATUALIZAÇÃO 1h depois:
Demorou 50min no meu forno.
Desenformei ainda quente e percebi que a calda tinha escorrido toda para o fundo da forma, deixando a parte de baixo meio quebradiça, então virei o bolo e estou apresentando a parte de cima mesmo, que ficou bem legals. Preciso descobrir um jeito de colocar a calda mais no meio do processo de assar, para que ela não escorra...
O bolo fica com microbolinhas e fica bem doce também. Na próxima, reduzirei o açúcar.
De resto, ficou bem bom. O contraste do doce do bolo com o azedinho da calda ficou show!
terça-feira, 5 de junho de 2012
CALDA DE GELEIAS LIGHT E DIET
Foi uma provocação. Não tenho a menor dúvida...
Cheguei em casa mais cedo e o cheiro de bolo de fubá já me pegou no elevador. Torci para que viesse da casa da minha vizinha, a cozinheira de mão cheia Dona Luiza. Não era. Vinha de casa mesmo. Eu adoro, como feliz um quarto de bolo... daí porque me preocupava, mas ok.Então não havia outra alternativa se não encarar a iguaria.
Aí tive um estalo: se tiver cobertura, como menos. É psicológico. E lembrei das minhas geleias light e diet, com sucralose e entendi que elas queria muito virar uma calda, meio doce meio azeda, muito leve e muito gostosa. Faltava a goiabada orgânica e light que estava ao lado dos vidros de geleia. Toca colocar tudo numa panelinha, goiabada em cubinhos, meio copo de água e fogo baixo nelas....
Quando estava homogêneo e grossinho, apaguei o fogo e coei a calda (porque uma das geleias era de framboesa e tinha carocinhos que, confesso, detesto...). E pronto.
Servi ainda quente e ficou hmmmmmmm assim ó:
Importa dizer que geleia light e com sucralose são zero pontos no Vigilantes do peso e tem realmente pouquinhas calorias, além de ter um papel importante na sensação de "comer um docinho".
Foco na consistência
Cheguei em casa mais cedo e o cheiro de bolo de fubá já me pegou no elevador. Torci para que viesse da casa da minha vizinha, a cozinheira de mão cheia Dona Luiza. Não era. Vinha de casa mesmo. Eu adoro, como feliz um quarto de bolo... daí porque me preocupava, mas ok.Então não havia outra alternativa se não encarar a iguaria.
Aí tive um estalo: se tiver cobertura, como menos. É psicológico. E lembrei das minhas geleias light e diet, com sucralose e entendi que elas queria muito virar uma calda, meio doce meio azeda, muito leve e muito gostosa. Faltava a goiabada orgânica e light que estava ao lado dos vidros de geleia. Toca colocar tudo numa panelinha, goiabada em cubinhos, meio copo de água e fogo baixo nelas....
Quando estava homogêneo e grossinho, apaguei o fogo e coei a calda (porque uma das geleias era de framboesa e tinha carocinhos que, confesso, detesto...). E pronto.
Servi ainda quente e ficou hmmmmmmm assim ó:
Importa dizer que geleia light e com sucralose são zero pontos no Vigilantes do peso e tem realmente pouquinhas calorias, além de ter um papel importante na sensação de "comer um docinho".
domingo, 27 de maio de 2012
BOLOS DE ANIVERSÁRIOS
Meus filhos são filhos de maio, diferença de 15 dias. Então temos baladas fortes e açucaradas nesse período. Faço um bolo para a escola para cada um e mais um para a festa. Seguindo as orientações deles. Um quer duplo de chocolate, a outra de cenoura, ou doce de leite... enfim... o resultado deste ano foi esse aqui:


Apetitoso?
ATUALIZADO ÀS 20h14:
Essa é a maior alegria de uma boleira...
domingo, 11 de março de 2012
BOLO DE LARANJA LEVINHO
Seis laranjas dormiam na fruteira e, ao me ouvirem entrar na cozinha, pediram para virar um bolo. Não resisto aos pedidos das frutas. Elas querem ser devoradas, mesmo que para isso seja necessário um certo disfarce. Aí eu fiz assim:
INGREDIENTES
5 laranjas
2 xic de açúcar
2 xic de farinha de trigo
1 xic de suco de laranja (natural! Se a laranja estiver azeda, melhor!)
3 ovos
2 col. de sopa de manteiga
2 col. de sobremesa de fermento em pó.
MODO DE PREPARO
Bata as claras em neve (vovó Regina ensinou a juntar uma colherinha de água para cada clara, assim ela cresce mais). Reserve.
Em outra vasilha, junte a farinha, o açúcar, a manteiga, as gemas e o suco de laranja e bata até a massa ficar homogênea. Quanto mais bate, mais fofinha fica. Junte o fermento e bata mais, até incorporar.
Junte as claras em neve e misture à mão, para não perder o aerado que as claras dão.
Coloque numa assadeira e leve ao forno pré-aquecido em temperatura média. Aqui em casa levou 40min.
Espere esfriar um pouco e desenforme. A gente comeu meio quentinho mesmo. Estava incrível, ó:
INGREDIENTES
5 laranjas
2 xic de açúcar
2 xic de farinha de trigo
1 xic de suco de laranja (natural! Se a laranja estiver azeda, melhor!)
3 ovos
2 col. de sopa de manteiga
2 col. de sobremesa de fermento em pó.
MODO DE PREPARO
Bata as claras em neve (vovó Regina ensinou a juntar uma colherinha de água para cada clara, assim ela cresce mais). Reserve.
Em outra vasilha, junte a farinha, o açúcar, a manteiga, as gemas e o suco de laranja e bata até a massa ficar homogênea. Quanto mais bate, mais fofinha fica. Junte o fermento e bata mais, até incorporar.
Junte as claras em neve e misture à mão, para não perder o aerado que as claras dão.
Coloque numa assadeira e leve ao forno pré-aquecido em temperatura média. Aqui em casa levou 40min.
Espere esfriar um pouco e desenforme. A gente comeu meio quentinho mesmo. Estava incrível, ó:
Minha sobrinha vai levar de lanche amanhã!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
A VIDA DÁ UM BOLO ESFARELADO....
A tarde estava meio preguiçosa, aí apareceu a ideia de fazermos um bolo de chocolate. Para facilitar, mistura Dona Benta (a melhor na minha humilde opinião gordola). Para divertir, assamos nas formas novas, de silicone. Mexe tudo e forno. Assou, cheirou, tiramos do forno.
Mas na hora de desenformar... uma lástima!
O bolito quebrou todo... esse negócio de não untar a assadeira (porque é de silicone) deu nisso. Pior é que o danado estava gostoso. Aí pensei, com os pedaços que caírem podemos fazer um pavê. Boa ideia. Mas antes de começar a alquimia, lembrei dos fofíssimos pop-cakes, que fazem um sucesso danado nos aniversários dos Estados Unidos e estão desembarcando só agora por aqui, na carona dos cupcakes.
Cake-pop é pirulito de bolo, simples assim. Exatamente como a receita.
Farelo de bolo + leite condensado (ou doce de leite, ou manteiga, ou creme de leite, etc...) o quanto baste = cake-pop. Eu exagerei no leite condensado, aí ficou mais mole do que deveria para virar pirulito. Caso tivesse ficado mais sequinho, dava para espetar um palito de churrasco, ou de picolé, e virava pop mesmo.
Aqui em casa, virou brigadeiro, porque não ia se sustentar no palitinho. E brigadeiro é a preferência de 10 entre 10 formigões, como nós aqui....
E não parece nadinha com aqueles bigadeirões-enganação de padaria de rodoviária não. Esse aqui é gourmet. A gente enrolou no granulado e nuns confeittos que já tinha aqui em casa e ficou assim, lindão e gostosão. Guardamos na geladeira para eles se manterem assim, redondinhos. E evidentemente que a bandeja já está muito mais vazia do que nessa foto. Mas, juro, é daquelas receitas delícia, incrível, facílima e fadada ao sucesso! Fica a Dica!
Mas na hora de desenformar... uma lástima!
Bolo Muro de Berlim, todo desmoronado
O bolito quebrou todo... esse negócio de não untar a assadeira (porque é de silicone) deu nisso. Pior é que o danado estava gostoso. Aí pensei, com os pedaços que caírem podemos fazer um pavê. Boa ideia. Mas antes de começar a alquimia, lembrei dos fofíssimos pop-cakes, que fazem um sucesso danado nos aniversários dos Estados Unidos e estão desembarcando só agora por aqui, na carona dos cupcakes.
Cake-pop é pirulito de bolo, simples assim. Exatamente como a receita.
Farelo de bolo + leite condensado (ou doce de leite, ou manteiga, ou creme de leite, etc...) o quanto baste = cake-pop. Eu exagerei no leite condensado, aí ficou mais mole do que deveria para virar pirulito. Caso tivesse ficado mais sequinho, dava para espetar um palito de churrasco, ou de picolé, e virava pop mesmo.
Aqui em casa, virou brigadeiro, porque não ia se sustentar no palitinho. E brigadeiro é a preferência de 10 entre 10 formigões, como nós aqui....
Brigadeiros meio Saint-Patrick, com trevinhos da sorte
E não parece nadinha com aqueles bigadeirões-enganação de padaria de rodoviária não. Esse aqui é gourmet. A gente enrolou no granulado e nuns confeittos que já tinha aqui em casa e ficou assim, lindão e gostosão. Guardamos na geladeira para eles se manterem assim, redondinhos. E evidentemente que a bandeja já está muito mais vazia do que nessa foto. Mas, juro, é daquelas receitas delícia, incrível, facílima e fadada ao sucesso! Fica a Dica!
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A VIDA DÁ MAÇÃS E A GENTE FAZ... UM BOLO!
Já fazia uns dias que as maçãs estavam querendo rumar para o amadurecimento pouco aproveitável. Aí juntei a vontade de exercitar a culinária sustentável (ou, aproveitar o que tem em casa para cozinhar) e o sucesso que os bolos integrais têm feito no blog e aqui em casa e decidi fazer este bolo de maçã:
INGREDIENTES
3 ovos
1 xícara (chá) de óleo
3 maçãs com casca picadas
2 xícaras (chá) de açúcar (eu coloquei uma de açúcar branco e outra de mascavo)
3 xícaras (chá) de farinha da trigo (pode trocar uma delas por farinha de aveia, ou farinha de trigo integral)
1,5 colher (sopa) de fermento em pó
1 colher de sopa de canela
MODO DE PREPARO
Em um liquidificador, bata os ovos, o óleo e a maçã. Coloque numa tigela, acrescente o açúcar, a farinha, o fermento e a canela. Misture até estar homogêneo. Unte uma forma com manteiga e farinha de trigo e leve ao forno pré-aquecido, em temperatura média, por cerca de 30 minutos.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
COMIDA PARA ABRANDAR TRISTEZA
Os nutricionistas e vigilantes de plantão que me desculpem, mas a gente come sim para aplacar as mazelas da vida. E funciona, viu? Mas precisa seguir umas regras. Por exemplo, azedo não ameniza as decepções. Doce sim, mas não muito doce. Doce na medida do chantilly, quando comparado com seu primo marshmellow. Dá para pescar a sutileza entre um e outro? O primeiro se espalha como espuma pela boca, arrumando a cama para os demais sabores se apresentarem. Ao agir assim, o chantilly, ao mesmo tempo que adoça o paladar na medida, cria uma camada de proteção, reduzindo um tiquinho a percecepção dos gostos. Aí o doce fica menos doce e o azedo, menos azedo. Já o marshmellow (não tem versão em português para essa palavra, tipo marchimelo?) não. Cheio de sortilégios, e diferentemente da espuma, o marshimellow não dá lugar para ninguém, chega arrasando, impondo seu dulçor a tudo, sem discussão. O resultado é que o azedo da torta de limão - num exemplo clássico - se irrita e fica mais azedo, liberando pontas e arestas, sobre o que falarei no próximo parágrafo. Para matar esse efeito colateral, a gente come mais marshmellow. E mais um pouquinho. Até enjoar. Porque ainda tem isso. O primo do chantilly enjoa. É a maneira dele se fazer presente em cada uma das etapas da digestão. É um autoritário.
Como já aparecia no spoiller, o paladar é um servo de dois senhores: do gosto mesmo (doce, amargo, azedo, salgado e aquele de nome esquisito tipo ajinomoto), e da textura. Sim, porque a textura também contribui para a percepção do gosto das coisas. Pão de mel é doce não só porque tem mel e chocolate, mas porque é macio, redondo na língua. O conforto que o doce traz tem a ver, portanto, com essa sensação de carinho na língua, no céu da boca. A entrada do doce é delicada, suave, amorosa. Ao contrário do azedo e do salgado. Um tanto estranha é a presença do amargo. E não deve ser só comigo. Amargo é como um carvalho, denso, pesado, presente. Ocupa a boca toda, se impõe, mas de maneira elegante, madura, cheirosa até. Diferente do azedo que grita e do salgado que coça, o amargo fala baixo. Mas toca fundo. Gostar do amargo é saber conviver e até achar bonito um pouco de dor, de sofrimento. É convidar o que deveria causar medo para entrar, oferecer um chá e conviver com respeito. Quando o amargo resolve flertar com o doce, convidá-lo para uma dança (que não pode ser outra se não uma valsa), acontece um dos casamentos mais bem sucedidos do mundo gastronômico, algo como chocolate meio amargo, chocolate do padre, brigadeiro com um toque de café. Não à toa, o petitfour que vem no pires do café expresso é tão querido.
É esse querer bem todo serve de antídoto para a tristeza. Some o quente e amargo do café , com o doce do açúcar, e a presença sutil e delicada do chantilly. O companheiro de dança ideal aqui é bolo simples, de fubá, por exemplo (e se tiver pedacinhos de goiabada, tanto melhor). Ora um ora outra na boca e lá dentro (mesmo que tímido para se mostrar ao público) nasce um sorrisinho maroto, agradecido pelo carinho.
Doce, mas suave
Elegância do amargo
É esse querer bem todo serve de antídoto para a tristeza. Some o quente e amargo do café , com o doce do açúcar, e a presença sutil e delicada do chantilly. O companheiro de dança ideal aqui é bolo simples, de fubá, por exemplo (e se tiver pedacinhos de goiabada, tanto melhor). Ora um ora outra na boca e lá dentro (mesmo que tímido para se mostrar ao público) nasce um sorrisinho maroto, agradecido pelo carinho.
O balé do fubá com a goiabada
Marcadores:
amargo,
ardido,
azedo,
bolo,
café,
chantilly,
doce,
fubá,
goiabada,
marshmellow,
salgado,
tristeza
Assinar:
Postagens (Atom)








